Exposição ‘Telas e Telhas’ é aberta nesta quarta, na Estação Memória

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Cáthia descobriu o seu talento para as artes ainda criança

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CRÉDITO: SECOM-PMI

PMI abre inscrições também para oficina que ensinará a confeccionar tapetes de barbante. Município recebe ainda nesta quarta maquete de estação ferroviária original.

Através da Seção de Patrimônio e Incentivo Cultural, ligada ao Departamento de Cultura, a Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer de Ipatinga realizará no período de 1º a 20 de agosto, na Estação Memória ‘Zeza Souto’, no Centro, a exposição “Telas e Telhas”. Estarão em evidência pinturas com temas religiosos, paisagens, fauna e flora, produzidas pela artista Cáthia Profeta.

A abertura da mostra acontece às 10h desta quarta-feira (1º) e será abrilhantada por apresentação artística da Escola Municipal de Música e Canto Tenente Oswaldo Machado (TOM). Nos dias 16 e 17 de agosto, o público poderá participar também de uma oficina para confecção de Tapete de Barbante, de 9h às 12h, na Estação Memória. As inscrições podem ser feitas na Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer, no 3º andar da prefeitura ou na Estação Memória, de 12h às 18h.  Os participantes devem os próprios materiais, barbante nº 6 e 8 e agulha nº 4.

Maquete

Ainda nesta quarta-feira (1º), a Estação Memória Zeza Souto, patrimônio cultural tombado através do Decreto 1442, de 30 de dezembro de 1981, será presenteada com uma maquete da estação ferroviária original, pelos arquitetos Admilson Nunes e Tafarel Lagares, da Estrutura Maquetes.

A estação do Centro da cidade foi construída em 1930, para substituir a antiga Estação Pedra Mole, que existia numa área entre os bairros Castelo e Cariru, próximo ao encontro dos rios Doce e Piracicaba. Além de favorecer o escoamento do carvão vegetal produzido na região, ela propiciava o transporte de passageiros e da pequena produção agrícola local. Foi desativada em 1951 e restaurada a partir de 1991. Oficialmente inaugurada em 28 de dezembro de 1992, passou a abrigar atividades culturais e atualmente guarda documentos importantes sobre a história da cidade.

KHATIA PROFETA

Cáthia Profeta

“Nas telas eu conto um pouco da minha história e da minha memória. Uma história de vida cheia de encontros e desencontros”, relata a pintora Cáthia Cilene Profeta, hoje mãe de três filhos e avó de três netos, que começou a exercitar-se nas artes ainda criança e não demorou para descobrir sua vocação. “Com seis anos de idade – ela acrescenta – eu já tinha o hábito de desenhar tudo o que via. Sempre gostei de expressar o que estava sentindo ao ver aquelas imagens bonitas. Inclusive, as minhas primeiras professoras guardam ainda hoje os desenhos que eu lhes dei de presente”, conta.

Cáthia, que é servidora pública municipal, trabalhando na seção de Vigilância Patrimonial, diz que no início produzia seus trabalhos com lápis comum, lápis de cor, e então foi buscando aprimoramento, passando a praticar com tintas. Assim é que participou de cursos de pinturas em tela e telhas com professoras renomadas, ampliando e aperfeiçoando as técnicas utilizadas.

“Sei o quanto é importante valorizar os talentos. Muitas pessoas têm dons especiais e precisam de apoio para aprender mais, se desenvolverem. Creio que o município está no caminho certo, proporcionando visibilidade aos artistas locais e permitindo o acesso de todos a cursos, oficinas, espetáculos, o contato mais íntimo com as diversas formas de manifestações culturais”, conclui Cáthia Profeta.

tela khatia

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