Ipatinga avança na criação de empregos e supera média nacional

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Setor de serviços alavancou crescimento na geração de empregos 

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Dados apontam crescimento de 3,25% na geração de empregos nos dez primeiros meses do ano. Setor de serviços garantiu mais da metade de novas vagas criadas. 

Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do governo federal, Ipatinga teve uma elevação de 3,25% na criação de empregos somente nos dez primeiros meses do ano. Ao todo, o saldo de novos postos de trabalho criados foi de 1.968 em relação às demissões. O resultado da cidade, maior economia da região Leste do estado, supera em 61% a média nacional, que no mesmo período apresentou um crescimento de 1,98%. 

“Esses dados refletem o compromisso que a nossa Administração tem na criação de um ambiente ideal para a geração de negócios. O governo, desde o primeiro dia, tem prezado pelo respeito aos empreendedores, estimulando de diversas formas os investimentos na cidade”, afirmou o prefeito de Ipatinga, Nardyello Rocha.  

Ainda segundo o prefeito, a expectativa é que a onda de crescimento continue impulsionada por investimentos públicos e privados. 

“Esperamos fechar 2019 com um resultado ainda melhor, uma vez que, além das contratações de fim de ano, que são tradição no comércio, o setor da construção civil será fortemente aquecido, principalmente pelo grande volume de obras públicas previsto no ‘Programa Nova Ipatinga’, já em execução. Essas obras, além de gerar emprego, contemplam melhorias na infraestrutura do município, o que é fundamental para a economia continuar se desenvolvendo. Devemos nos lembrar, ainda, que algumas grandes redes de lojas, especialmente no setor supermercadista, continuam interessadas no mercado local”, menciona.  

Entre os setores que puxaram a alta nos números de empregos nos dez primeiros meses do ano, o destaque é para o de Serviços. Esse tipo de atividade representou mais da metade dos novos postos de trabalho, um total de 1.107 vagas, registrando uma variação positiva de 4,46% em relação ao número de desligamentos na área. 

Outros setores que apontaram crescimento foram a indústria de transformação (+6,51) e o comércio (+0,10). 

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