Márcio Abreu, Michel Melamed e Bia Lessa no Oficinas Culturais – Trocas Coletivas

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Michel Melamed.

Entramos na penúltima semana de lives das comemorações dos 20 anos do projeto Oficinas Culturais – Trocas Coletivas. A programação de novembro se encerra nesta semana, com a presença de três ícones das artes cênicas: Márcio Abreu, Michel Melamed e Bia Lessa. De quinta a sábado, 19, 20 e 21 de novembro, respectivamente, sempre às 20 h, Claudinei de Souza, diretor do projeto, recebe os convidados no canal do projeto no You Tube – Oficinas Culturais Ipatinga. 

Com uma programação diversificada desde outubro o Oficinas vem promovendo encontros com importantes agentes da cena cultural mineira e nacional. Abriu as comemorações com uma contação de histórias, com o Dama Espaço Cultural. Por meio da curadoria compartilhada com Pedro Barroso, Casa Laboratório, Coletivo Aberto, Cênika Eventos e Academia Olguin / Associação Cultural Zélia Olguin, recebeu nomes como do ator e diretor Luiz Carlos Vasconcelos, Grace Passô, Wladimir Medeiros, Raysner de Paula e Ana Botafogo.  

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Na programação de novembro a curadoria é assinada pela da produção do projeto e o tema das lives será arte, teatro e dramaturgia. Participam das lives  Wenderson Godói, membro do Conselho Estadual de Cultura e diretor da Hibridus Dança, que acompanha Claudinei na conversa com Márcio Abreu; Daniela Alves e Mari Antonaci, atrizes e diretoras do DaMa Espaço Cultural de Timóteo, participam da conversa com Michel Melamed.

Márcio Abreu

MÁRCIO ABREU

E a primeira live, na quinta-feira (19), é com Márcio Abreu que já é conhecido em Ipatinga pelas oficinas que ministrou em outras edições do projeto. O dramaturgo, diretor e ator fundou, em Curitiba, a Companhia Brasileira de Teatro. Desenvolve projetos de pesquisa e criação de dramaturgia própria, releitura de clássicos e encenação de autores contemporâneos, inéditos no pais, além de intercâmbio com artistas do Brasil e da França. Tem textos dramatúrgicos publicados pela Editora Cobogó e, ao longo de sua carreira, recebeu inúmeras indicações e prêmios como o Shell, Bravo, APCA, Questão de Crítica, APTR e Cesgranrio. 

Entre seus trabalhos estão “Viva” (2010, “Isso te interessa?” (2011), “Esta Criança” ( 2012), “Krum” (2015), “Nós” (2016), “Preto” (2017), “Outros” (2018) e “Porque não vivemos” ( 2019). Para a Commedie Française, que é dirigida por Thomas Quillardet, escreveu uma versão do clássico “Os três porquinhos”, que estreou em Paris em 2012.  Autor de “A história do rock por Raphaelle Bouchard”que estreou em Limoges, na França, também em 2012, com a Compagnie Jakart Mugiscué. Desde 2016 é curador, ao lado de Guilherme Weber, do Festival de Teatro de Curitiba. 

Michel Melamed

MICHEL MELAMED

Na sexta-feira (20) quem entra em cena é o autor, ator e diretor Michel Melamed. O diretor tem um trabalho transdisciplinar, marcado pela mistura de linguagens artísticas: teatro, literatura, Tv, cinema e música. Em sua carreira destacam-se, entre outros, o livro e espetáculo “Regurgitofagia”; as peças “Dinheiro Grátis”, “Homemúsica” e “adeusàcarne”; a performance, série e longa-metragem “Seewatchlook” (O que você vê quando olha o que enxerga?). 

Como ator, as séries Capitu e Afinal; O Que Querem As Mulheres, esta última também como autor, ambas na Rede Globo; os programas Recorte Cultural, Campeões de Audiência e Bipolar Show no Canal Brasil, entre outros. Seus últimos trabalhos são o espetáculo Monólogo Público e o filme Último Desejo de Arnaldo Jabor, em fase de finalização. No momento produz com sua companheira, a atriz Letícia Colin, a websérie Lelê Micha Nano Show no Gshow e prepara o seu primeiro longa de ficção, Um Filme Argentino.

Bia Lessa.

Bia Lessa

A última live de novembro, sábado (21), recebe a cineasta, diretora de teatro e ópera, exposições e desfiles de moda, Bia Lessa. Com uma carreira marcante Bia foi responsável pela criação do Pavilhão do Brasil na Expo 2000, em Hannover; pela Mostra do Redescobrimento, na Bienal de São Paulo; pela reinauguração do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com a ópera “O Trovador de Verdi”; pela exposição de 50 anos de carreira de Maria Bethânia, no Paço Imperial, Rio de Janeiro, e pela reinauguração dos painéis “Guerra e Paz”, de Candido Portinari, na sede da ONU, em Nova York. Bia Lessa dirigiu trabalhos como “Cena de Origem” (1989), “Casa de Bonecas” (2002) e “Grande Sertão: Veredas”, prêmio Shell 2018 de melhor direção.

A programação comemorativa dos 20 anos do Oficinas Culturais – Trocas Coletivas se encerra em dezembro com o espetáculo “ A Máquina do Tempo”, que reúne os atores Barbara Pavione, Didi Peres, Leo Coessens e Roberto Yokel, com dramaturgia e direção de Claudinei de Souza. 

O projeto Oficinas Culturais Trocas Coletivas é uma realização do dramaturgo, ator e diretor Claudinei de Souza. Conta com patrocínio da Usiminas, Pedreira Um Valemix e Valemassa, apoio do Instituto Usiminas e Fundação Vovô João Azevedo. O Incentivo é do Governo do Estado de Minas Gerais por meio da Lei estadual de Incentivo à Cultura. A produção é de Marilda Lyra e Rodolfo Bello. Informações pelos telefones (31) 98883 – 3142, (31) 99966 – 4166 e (31) 98662 – 4085. 

Serviço:
Oficinas Culturais – Trocas Coletivas 20 anos
Local: Youtube – Oficinas Culturais Ipatinga, sempre às 20 horas
Tema: Arte, Teatro e Dramaturgia
Dia 19 de novembro – Live com Márcio Abreu
Dia 20 de novembro – Live com Michel Melamed
Dia 21 de novembro – Live com Bia Lessa

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