Procon Municipal e Vigilância Sanitária de Ipatinga estão autorizados a receberem cerveja Belorizontina

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A Vigilância Sanitária de Ipatinga e o Procon Municipal estão devidamente autorizados a receber de qualquer consumidor a cerveja Belorizontina, produzida pela Backer, na capital mineira.

Conforme nota enviada à Prefeitura, a ação se dá em cumprimento a uma nota técnica da Secretaria de Estado de Saúde. 

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Embora a Vigilância não tenha constatado a comercialização, no município, de produtos pertencentes aos dois lotes suspeitos de contaminação, a orientação é para que aquele consumidor que porventura tenha adquirido a mercadoria em outra cidade possa fazer a entrega voluntária. 

Por meio das investigações foi descoberta em duas garrafas do lote 1348, das linhas de produção L1 e L2, uma substância tóxica chamada dietilenoglicol, usada em serpentinas no processo de refrigeração de cervejas. A substância é apontada como causadora da síndrome nefroneural. Sendo assim, a Vigilância Sanitária orienta os comerciantes quanto à proibição de venda da bebida.

Embora as medidas decorrentes do poder de polícia adotadas até o momento indiquem o problema em apenas dois lotes do produto em questão, é importante ressaltar que a recomendação é de que também não sejam consumidos os demais lotes, até que seja concluído o processo de apuração em curso. 

“Relembramos que os estabelecimentos comerciais que desejarem podem se reportar diretamente à Cervejaria Backer para que ela proceda o recolhimento dos produtos que porventura ainda possam se encontrar nesses estabelecimentos”, informa ainda a Prefeitura de Ipatinga. 

A entrega voluntária dos produtos pode ser feita na Vigilância Sanitária (rua Juiz de Fora, 18, 4º andar – Centro) e no Procon Municipal (rua Edgard Boy Rossi, 80 – Centro). Outras informações podem ser obtidas pelos telefones 3829-8779 e 3829-8444. 

Mapa determina recolhimento de todos

os produtos da Cervejaria Backer

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) intimou a Cervejaria Backer a recolher do mercado, além da cerveja Belorizontina, todos os produtos fabricados no período de outubro de 2019 até a presente data. A medida é para preservar a saúde dos consumidores.

O Ministério segue atuando nas investigações e tomando medidas para mitigar o risco apresentado pelas cervejas contaminadas pelas moléculas dietilenoglicol e monoetilenoglicol. O Mapa faz parte da força-tarefa de investigação das possíveis causas desta contaminação (Com informações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento). 

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