Timóteo e Coronel Fabriciano terão, em breve, seus esgotos sanitários tratados

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O empreendimento, que só espera a licença de operação para funcionar, recebeu a visita do presidente da Fiemg Regional Vale do Aço e o do Secretário de Planejamento e Meio Ambiente de Timóteo

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A Copasa recebeu, nesta terça-feira (14/05), o presidente da Fiemg Regional Vale do Aço, Flaviano Gaggiato, e o secretário de Planejamento e Meio Ambiente da Prefeitura de Timóteo, Fabrício Araújo, para uma visita à Estação de Tratamento de Esgoto (ETE – Sistema Integrado de Timóteo e Coronel Fabriciano), localizada no bairro Limoeiro, em Timóteo. Na ocasião, o superintendente Operacional do Rio Doce e Vale do Aço, Albino Campos, e o gerente do Distrito Regional Vale do Aço, Rodrigo Ferreira, explicaram os detalhes construtivos da ETE e apresentaram a evolução das obras do Sistema de Esgotamento Sanitário de toda a cidade de Timóteo.

Com um investimento de R$ 103 milhões, a obra irá beneficiar em torno de 165 mil pessoas em Timóteo e Coronel Fabriciano. No momento, a Companhia está aguardando a licença de operação a ser emitida pela Superintendência Regional de Regularização Ambiental do Leste Mineiro (Supram LM) para dar início à operação da ETE e o consequente tratamento dos esgotos das cidades.

Para o presidente da Fiemg Regional Vale do Aço, Flaviano Mirco Gaggiato, a obra da ETE trouxe diversos benefícios para a região. “Se você ler em qualquer livro de história, o mais importante para a melhoria da saúde da população é o tratamento do esgoto. Além disso, o Vale do Aço recebeu grandes investimentos, como: compras de materiais que somam quase R$ 30 milhões, 200 empregados contratados e cerca de R$ 3 milhões de ISS (Imposto Sobre Serviços). São diversos benefícios que a população não percebe”, afirma.

O secretário de Planejamento e Meio Ambiente da Prefeitura de Timóteo, Fabrício Araújo, destaca a parceria entre a Companhia e a Prefeitura. “Sabemos da necessidade e da importância do tratamento de esgoto. Por meio dessa parceria com a Copasa, nós estamos colhendo bons frutos. Um deles é essa obra visando a universalização do tratamento de esgoto do município”, comenta.

O superintendente Operacional do Vale do Rio Doce e Vale do Aço, Albino Campos, conta que a obra da ETE já está quase pronta para iniciar a operação. “Estamos aguardando a licença de operação da ETE para que os esgotos coletados nos dois municípios recebam o tratamento devido. Investir em um sistema de esgotamento sanitário é relevante porque oferece bem-estar e saúde para a população, qualidade de vida e melhorias para o meio ambiente, além de fomentar o desenvolvimento socioeconômico da região”, ressalta.

Infraestrutura da obra

As obras contemplam a construção de 11.500 metros de redes coletoras de esgoto (tubulações de menor diâmetro implantadas em vias públicas para coletar os esgotos das residências, comércios e indústrias); 31.160 metros de interceptores (tubulações de grande porte implantadas ao longo dos córregos e rios para receber os esgotos das redes coletoras); 10 elevatórias de esgoto bruto (unidades de bombeamento do fluxo de esgoto para um nível mais elevado); 7.200 metros de linhas de recalque (responsáveis por transportarem os esgotos até a ETE); uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE – Sistema Integrado Timóteo e Coronel Fabriciano); um Laboratório para realização das análises de esgoto, além de aquisição de materiais, terrenos e equipamentos.

Benefícios do tratamento de esgoto

O tratamento de esgoto permitirá ainda que as cidades recebam o ICMS Ecológico, um meio de incentivo aos municípios para a criação de mais áreas de preservação ambiental, além de melhorar a qualidade das áreas já protegidas. Além disso, o tratamento também irá contribuir para a erradicação de doenças de veiculação hídrica, o controle da proliferação de vetores, a melhoria do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), mudanças positivas nos aspectos urbanísticos e, consequentemente, a valorização imobiliária das cidades.

Outro benefício gerado pela obra foi o incremento da arrecadação dos municípios, que recolheram ISS da empresa contratada pela Copasa. Também foram gerados empregos diretos, a aquisição de materiais e equipamentos, além da contratação de serviços indiretos nas cidades, gerando receita e movimentando o comércio regional.

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