Câmara Municipal institui o Dia Municipal da Mulher Advogada

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Data, a ser comemorada todo dia 26 de março, foi elogiada por membros da OAB como uma iniciativa que valoriza quem constrói a advocacia.

 

Foi aprovado o projeto de lei que institui o Dia Municipal da Mulher Advogada no município de Ipatinga, a ser comemorado anualmente em 26 de março. A proposta é de iniciativa do vereador Ednilson Caldeira. A partir de agora, a data passa a fazer parte do calendário oficial do município de Ipatinga.

A presidente da OAB Subseção Ipatinga, Ana Duarte, agradeceu ao autor pela iniciativa. Segundo ela, a mulher assume diversos papéis, não apenas em seus escritórios, mas também na condução de suas casas, no cuidado com os filhos e na rotina diária.

“É com essa força que tantas mulheres sustentam a advocacia. Embora saibamos que o trabalho é realizado por homens e mulheres, reconhecer o Dia da Mulher Advogada é, antes de tudo, um gesto de sensibilidade e respeito. Ter essa data instituída no calendário municipal vai nos ajudar a educar, orientar e mostrar, de forma clara, o caminho que estamos seguindo. Hoje, mais de 50% da advocacia em Ipatinga é exercida por mulheres”, destacou.

O autor do projeto, vereador Ednilson Caldeira, relembrou que, ao longo do tempo, diversas mulheres estiveram presentes na Subseção da OAB, contribuindo de forma expressiva para o fortalecimento da instituição.

“Em um ambiente historicamente marcado por desafios, o número de inscritas representa a força da mulher na advocacia na região. Reconhecer e dar espaço às mulheres em todas as suas atividades é fundamental, e todo reconhecimento demonstra respeito e as fortalece institucionalmente”, afirmou o vereador.

Já a advogada de família Nina Cordeiro, secretária-adjunta da OAB Subseção Ipatinga, também se manifestou na Tribuna. Ela ressaltou que o projeto pode parecer, à primeira vista, apenas uma data simbólica, “mas as datas têm força: registram na memória coletiva aquilo que uma sociedade considera importante reconhecer, valorizar e preservar. Reconhecer a mulher na advocacia é reconhecer uma história de lutas, conquistas e transformação”, afirmou

Conforme o parecer da proposta, o projeto atende ao interesse público e promove a valorização da mulher advogada, fomentando a reflexão sobre a equidade de gênero no ambiente jurídico.

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