Projeto Identidades inicia incursões em cidades mineiras e convida população a compartilhar memórias ao longo dos trilhos

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Realizado com apoio da Vale, Identidades percorre a Estrada de Ferro Vitória a Minas ouvindo histórias, registrando culturas e valorizando identidades locais

O Projeto Identidades: Memórias de uma Estrada de Ferro dá início a uma nova etapa de sua trajetória com a chegada a cidades mineiras que margeiam a Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM). A equipe de pesquisadores inicia agora uma jornada por Aimorés, Itueta, Resplendor, Conselheiro Pena, Tumiritinga e Governador Valadares, levando consigo um propósito claro: transformar escuta em registro e memória em reconhecimento.

Nesta fase, o projeto se aproxima ainda mais das comunidades, abrindo espaço para que moradores compartilhem vivências ligadas à ferrovia e às tradições locais. São histórias que atravessam o tempo — guardadas em lembranças, gestos, receitas, celebrações e modos de vida.

Entre trilhos, saberes e histórias

Durante as incursões, será realizado um amplo levantamento cultural e afetivo nos territórios visitados. A proposta é conhecer, documentar e valorizar manifestações como o artesanato, a gastronomia, a música e as artes cênicas — expressões que revelam a identidade de cada cidade.

Ao mesmo tempo, o projeto se dedica a ouvir pessoas cujas trajetórias se cruzam com a ferrovia: ex-ferroviários, famílias, lideranças comunitárias, artistas e moradores que carregam, em suas histórias, a presença constante do trem.

Mais do que registrar, o Identidades busca construir um retrato coletivo. Um inventário que nasce do encontro entre diferentes vozes e experiências, reunindo desde o sabor de uma receita tradicional até a memória de quem viu o desenvolvimento chegar pelos trilhos.

Agora em seu segundo ano de realização, o projeto dá continuidade a um percurso já iniciado em 2025, quando percorreu cidades do Espírito Santo e consolidou importantes entregas. Entre elas, o lançamento do primeiro livro do projeto, “Identidades: Onde tem gente, tem memória”, publicado em versão digital e também distribuído gratuitamente em formato impresso em escolas, bibliotecas e espaços culturais dos municípios participantes.

Ao final deste novo mapeamento, o material coletado seguirá ampliando esse legado: será produzido o segundo livro e uma publicação digital reunindo histórias, imagens e manifestações culturais das comunidades ao longo da ferrovia. Como forma de devolutiva, o projeto também realizará uma mostra cultural gratuita, com comidas típicas, feira de artesanato, apresentações artísticas e rodas de conversa.

As ações e registros seguem sendo compartilhados nas redes sociais, ampliando o alcance das histórias e democratizando o acesso a essa memória construída coletivamente.

E essa construção é aberta.

Moradores podem participar ativamente enviando relatos, fotografias, receitas, cantigas e lembranças. Cada contribuição amplia esse mosaico cultural e fortalece o reconhecimento das identidades locais, através do Alô Identidades, (33) 99970-4344 (WhatsApp)

Com o lema “Onde tem gente, tem memória”, o projeto reafirma seu compromisso com aquilo que é essencial: as pessoas e suas histórias.

Identidades: Memórias de uma Estrada de Ferro” é uma celebração das culturas locais — um gesto de escuta que conecta passado, presente e futuro, valorizando aquilo que permanece vivo nos territórios.

O projeto Identidades: Memórias de uma Estrada de Ferro é realizado pela CULTURAMA, em parceria com a Vale, por meio do Recurso para Preservação da Memória Ferroviária da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

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