Identidades: memórias que seguem pelos trilhos

Crédito_ Kika Antunes
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Com apoio da Vale, o projeto que transforma memória ferroviária em cultura viva inicia sua circulação por cidades mineiras, ampliando o percurso cultural ao longo da Estrada de Ferro Vitória a Minas

O som do trem anuncia novos caminhos

Desde os primeiros apitos que ecoaram sobre os trilhos, um trem corta paisaens, atravessa rios, une distâncias e muda destinos. A Estrada de Ferro Vitória a Minas não é apenas uma via férrea: é um fio condutor de vidas. Por ela chegaram o trabalho, a esperança, as notícias, os encontros. Em torno dos trilhos, cidades nasceram, famílias se formaram e histórias começaram a ser contadas – muitas delas passadas de boca em boca, de geração em geração.

O Projeto Identidades: Memórias de uma Estrada de Ferro nasce justamente desse desejo: ouvir, registrar e compartilhar as histórias que vivem ao longo da ferrovia. Histórias que não cabem apenas nos livros, porque moram na fala, na comida, na música, na fé e nos costumes de quem vive onde o trem passa. Ele é realizado pela CULTURAMA, com apoio da Vale, por meio do Recurso para Preservação da Memória Ferroviária da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

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Depois de consolidar sua atuação no Espírito Santo, agora em 2026, o projeto inicia suas primeiras incursões em cidades mineiras que margeiam a Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), chegando a Aimorés, Itueta, Resplendor, Conselheiro Pena, Tumiritinga e Governador Valadares – territórios onde o trem não é apenas passagem, mas presença constante na memória coletiva.

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Cada parada é um convite: ouvir, reconhecer e celebrar aquilo que permanece vivo nas comunidades. E o projeto abre espaço para que essas memórias ganhem novos rumos. Quem tiver lembranças relacionadas à ferrovia e ao trem – histórias, fotos, receitas, causos, cantigas e relatos – pode contribuir. Basta enviar uma mensagem pelo Alô, Identidades: (33) 99970-4344 (WhatsApp) ou pelo Instagram @projeto_identidades, a participação é aberta e gratuita e as contribuições poderão integrar os registros do projeto, suas publicações e ações culturais. Porque preservar a memória é um gesto coletivo e toda voz tem lugar nessa viagem.

Um ano de encontros e celebração

Ao longo de 2025, o projeto percorreu territórios ligados à Estrada de Ferro Vitória a Minas no Espírito Santo para escutar pessoas comuns, mas cheia de saberes: artistas, artesãos, cozinheiras, antigos ferroviários, mestres da cultura popular, lideranças comunitárias e moradores que, muitas vezes, carregam na memória o som do apito e o ritmo dos vagões. Cada encontro revelou que a ferrovia não construiu apenas caminhos físicos – construiu identidades.

Essas identidades aparecem no tempero de uma receita feita há décadas, na dança que anima a festa da cidade, no bordado aprendido com a avó, na cantiga que embala a infância, na fé que protege quem parte e quem fica. Cultura viva, do tipo que não se guarda em museu: se celebra, se compartilha, se reinventa.

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Quando a memória encontra o presente

O ano de 2025 marcou a consolidação do projeto Identidades como uma ação profunda de valorização da cultura e da memória ferroviária. Entre os principais marcos do ano temos:

  • Realização do Festival Identidades, em João Neiva, reunindo música, gastronomia, artesanato e roda de conversa em uma celebração coletiva, um espaço onde passado e presente caminharam juntos;
  • Lançamento do livro “Identidades: Onde tem gente, tem memória”, em versão impressa e digital, distribuído gratuitamente para escolas, bibliotecas e grupos culturais;
  • Mais de 2,9 milhões de impressões orgânicas nas redes sociais;
  • Mais de 60 mil pessoas alcançadas;
  • 31 inserções na imprensa, com presença em portais, rádios e canais de televisões;
  • Produção do Videocast Identidades, aprofundando as narrativas e ampliando o diálogo com o público.

O livro, publicado em versão impressa e digital, funciona como um inventário afetivo desse percurso. Um retrato sensível das manifestações culturais encontradas, distribuído gratuitamente para escolas, bibliotecas e grupos culturais, e disponibilizado online para que qualquer pessoa possa acessar, ler e se reconhecer, esta última teve ampla adesão do público, com centenas de acessos e downloads, mostrando que existe interesse real por narrativas que valorizam pessoas, territórios e memórias. 

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Onde tem gente, tem memória.

O projeto Identidades acredita que preservar a memória é também fortalecer o presente e abrir caminhos para o futuro. Ao valorizar saberes locais, o projeto amplia a autoestima das comunidades, dá visibilidade a quem faz cultura todos os dias e cria novas possibilidades de reconhecimento e renda.

A Estrada de Ferro Vitória a Minas segue unindo cidades.
O Identidades segue unindo e registrando histórias.

E enquanto houver gente ao longo dos trilhos, haverá memória viva pedindo para ser contada.

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O projeto Identidades: Memórias de uma Estrada de Ferro é realizado pela CULTURAMA, com apoio da Vale, por meio do Recurso para Preservação da Memória Ferroviária da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

Acompanhe o projeto nas redes sociais: @projeto_identidades

Baixe a versão digital do livro ou mande uma história em: bio.site/identidades
Alô, Identidades: (33) 99970-4344 (WhatsApp)
Imprensa: Edu Lopes – (21) 98251-1077 (WhatsApp)

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