A Prefeitura de Santana do Paraíso, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, realizou nesta quinta-feira (29), na Câmara Municipal, a audiência pública “Faça Bonito: prevenção, proteção e enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes dentro e fora da internet”. A ação integrou a campanha Maio Laranja, promovida em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, celebrado em 18 de maio.
A audiência reuniu representantes do Ministério Público, Conselho Tutelar, Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), além da participação intersetorial de representantes da educação, da saúde, Polícia Civil e legislativo do município, entidades da sociedade civil e demais integrantes da rede de garantia de direitos. O objetivo foi fortalecer o debate sobre a prevenção da violência sexual, ampliar a conscientização da população e reforçar a articulação entre os órgãos responsáveis pela proteção de crianças e adolescentes.
“A proteção de crianças e adolescentes exige o compromisso permanente do poder público, das instituições e da sociedade. Precisamos estar atentos aos sinais, orientar as famílias e fortalecer a rede de proteção para garantir um ambiente seguro e acolhedor para nossas crianças”, destacou a secretária municipal de Assistência Social, Ana Paula Bittencourt.
A programação da campanha Maio Laranja também contou com ações de mobilização e conscientização nas escolas do município, por meio de rodas de conversa e atividades educativas desenvolvidas em parceria com entidades inscritas no CMDCA, Conselho Tutelar, Creas e demais integrantes da rede de proteção. A campanha busca sensibilizar a sociedade sobre a importância da prevenção, da denúncia e do enfrentamento de todas as formas de violência sexual contra crianças e adolescentes, reforçando que a proteção da infância e da adolescência é uma responsabilidade coletiva.












