A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), por intermédio da Delegacia de Polícia Civil em Bom Jesus do Galho, instaurou, em 27 de março de 2026, inquérito policial para apuração de notícia-crime referente à prática de estupro de vulnerável, supostamente ocorrido em 25 de março de 2026, no município de Pingo D’Água/MG.
O suspeito ou investigado é um homem de 67 anos e como vítima uma adolescente de 12 anos, pessoa portadora de deficiência intelectual. Conforme apurado, o suspeito exercia, à época dos fatos, a função de motorista vinculado à administração municipal, tendo assumido excepcionalmente o transporte escolar rural, oportunidade em que, segundo os elementos informativos, teria praticado abuso sexual contra a vítima, última passageira a desembarcar do veículo.
No curso da investigação, foi realizado o depoimento especial da vítima, nos termos da Lei nº 13.431/2017, ocasião em que os fatos foram confirmados de forma detalhada.
“Diante dos elementos indiciários, foi pleiteado ao Poder Judiciário de Caratinga/MG a expedição de mandados de busca e apreensão e prisão em desfavor do investigado.
No dia 30/04/2026, já de posse dos mandados, foi realizada diligência para dar cumprimento às medidas cautelares, entretanto o investigado não foi encontrado em seu endereço, bem como restou comprovado que seu vínculo empregatício com a Prefeitura de Pingo D’Água/MG havia sido encerrado.
Desse modo, atualmente, o investigado encontra-se em local incerto e não sabido, na condição de foragido da justiça e com mandado de prisão pendente de cumprimento”, detalhou Dr. Sávio Morais, delegado de polícia responsável pelas investigações.
Qualquer informação sobre o caso, ou denúncias que possam contribuir com a localização do foragido podem ser repassadas de forma anônima pelo DDU 181, ou ainda, presencialmente em uma Delegacia de Polícia mais próxima. Toda informação é bem vida no descobrimento de possíveis novas vítimas até então não identificadas, de modo a favorecer o avanço das investigações e a completa elucidação dos fatos, notadamente em crimes como ora investigado, praticado em contexto de vulnerabilidade e sem testemunhas, ressaltou Dr. Sávio Moraes. O inquérito policial será concluído nos próximos dias e encaminhado ao Poder Judiciário.













